Como o preço por volume funciona
Quem emite mais paga menos por documento. O excedente não tem preço único: ele é cobrado por faixa de volume mensal, e cada documento é tarifado pela faixa em que cai — nunca pelo preço da última faixa aplicado a tudo.
1. Primeiro a franquia
No plano Pro, as primeiras 50 emissões e os primeiros 25 documentos recebidos do ciclo estão inclusos na mensalidade de R$ 41,90. A franquia é renovada a cada ciclo mensal de cobrança e não acumula: o que não foi usado não passa para o mês seguinte.
2. Depois, faixas por volume
Passada a franquia, começa o excedente. A primeira faixa custa R$ 0,80 por emissão e R$ 0,40 por documento recebido. As faixas seguintes têm preço unitário menor, e valem apenas para os documentos que caem nelas.
Exemplo. Um cliente do Pro que emite 150 documentos no mês paga: as 50 primeiras pela franquia (R$ 0,00), as emissões 51 a 100 pela primeira faixa, e as emissões 101 a 150 pela faixa seguinte. Cada trecho é cobrado pelo seu próprio preço.
O extrato de consumo registra, para cada documento, a posição dele no ciclo, a faixa aplicada e o preço unitário — dá para reconstruir a fatura documento a documento.
3. Faixas vigentes
As faixas em vigor para o seu plano aparecem no console, em Plano, junto do consumo do ciclo e da estimativa da próxima fatura. Elas são parametrizadas por plano e por tipo de documento, então mudam sem alteração de integração.
Volumes de centenas ou milhares de documentos por mês têm condições próprias. Nesse caso o caminho é falar com o time comercial: [email protected].
4. O que nunca é cobrado
- Consultas de status, novas tentativas de entrega e downloads repetidos.
- Documento rejeitado pelo fisco — só NFS-e efetivamente autorizada é cobrada.
- O mesmo evento duas vezes: retry de API, reprocessamento de worker ou webhook repetido reaproveitam a cobrança original.